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01/04/2026

“CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU”: SINSERPU-JF vai à Secretaria de Obras cobrar condições dignas e respeito aos servidores

Na manhã desta terça-feira, 31, a presidenta do SINSERPU-JF, Deise Medeiros, esteve no pátio da Secretaria de Obras (SO) acompanhada dos diretores Adenilson Reginaldo “Zé Neguinho” (Social, Raça e Gênero), Alexandre Crepaldi “Chaves” (Financeiro), Anderson Gonçalves “Andinho” (Saúde), Irlan Pereira (Comunicação Social e Cultura), Marco Ribeiro (Financeiro), Tânia Machado (Formação Sindical) e Wanor Vieira (Conselho Fiscal). Em um momento de diálogo direto com os servidores, Deise iniciou a conversa agradecendo o trabalho incansável deles durante o período de calamidade na cidade, destacando que, enquanto o poder público muitas vezes invisibiliza esses esforços, o sindicato tem como missão mostrar a importância de cada trabalhador.
A presidenta aproveitou para reforçar que a valorização profissional passa necessariamente por salários justos e condições dignas de trabalho. Ela esclareceu questões envolvendo a campanha salarial, horas extras e destacou que, embora a cidade ainda esteja em estado de calamidade, isso não impede a continuidade das negociações salariais, que segue avançando. E atualizou sobre as negociações em andamento com a Prefeitura para garantir ganho real, tíquete para todos os servidores e o ‘vale-leitoa’ – um trabalho que vem sendo feito com responsabilidade para conquistar o máximo de benefícios sem desgaste desnecessário para a categoria.
Durante o encontro, Deise lamentou a precariedade em que se encontram os banheiros, vestiário e refeitório na Secretaria de Obras. Ela lembrou que as emendas destinadas à reforma dessas instalações foram aprovadas em dezembro de 2024 – e até agora não foram executadas. Deise frisou que a responsabilidade de fiscalizar a execução dessas obras não é do sindicato, é dos vereadores que tiveram suas emendas legislativas destinadas para esse fim. Mesmo assim, o SINSERPU-JF protocolou ofício à Secretaria de Obras no qual notifica que, se a reforma não for iniciada na data informada — prevista para 6 de abril —, serão adotadas medidas como mobilizações semanais no local, em forma de protesto organizado, e formalização de denúncias junto aos órgãos de controle e fiscalização competentes. No ofício, o sindicato frisa que essa situação “expõe os trabalhadores a condições inadequadas e incompatíveis com os parâmetros mínimos de dignidade e segurança no ambiente laboral”.

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